13/03/2024

OTIMIZE SUAS ATIVIDADES COM A IA GENERATIVA

13/3/2024

Ao fim de 2023 cerca de 5% das empresas (já) utilizavam a Inteligência Artificial Generativa de alguma forma. Este é um número bastante tímido quando, de acordo com publicação do Gartner, estima-se que em 2026 esta porcentagem terá saltado para80%.


Isso quer dizer que, se uma empresa ainda não se familiarizou ou resiste a esse tipo de tecnologia e suas aplicações, isso deverá mudar muito rápido -ou a empresa ficará para trás. Na mesma publicação, Arun Chandrasekaran, vice-presidente e analista da Gartner afirmou que “a demanda por IA generativa está aumentando em muitos setores, como saúde, ciências biológicas, serviços jurídicos, financeiros e setor público”.

Neste sentido, o futuro das corporações (e, consequentemente atividades) de todos os setores mira para um mesmo fim: a integração com a Inteligência Artificial Generativa. Cada vez mais compreende-se que este é um caminho sem volta. E por que não começar já?

 

Neste conteúdo você vai entender que, no meio jurídico, o quanto antes você começar, antes estará preparado para otimizar suas atividades com a IAGenerativa, colocando-se um passo à frente de concorrentes e/ou mantendo-se relevante no mercado.

Afinal, o que é IA Generativa (GenAI)?

Muito se fala em inteligência artificial e há bastante tempo. Considerada como a próxima fase da IA, mais do que uma tecnologia que “imita a inteligência humana”, a IA Generativa é treinada para responder, interagir, criar novos conteúdos e ideias, incluindo conversas, histórias, imagens, vídeos e músicas. E essa inovação só é possível porque máquinas são treinadas constantemente e utilizam esses dados para criar padrões, novas respostas e soluções.

 

A popularização da IA Generativa se deu principalmente por causa do ChatGPT e sua facilidade de acesso. Todo mundo pode usar, mas será que todo mundo sabe? Entre questões éticas fundamentais e outras mais tradicionais, a verdade é que adequar-se e adotar o uso da IA Generativa ao trabalho pode ser revolucionário.

IA Generativa no Direito

A transformação digital mudou o Direito para sempre. Não há mais espaçopara aquele profissional preso às ideias de que o dever do advogado (ou da advocacia) está atrelado ao tradicional, cheio de regras fixas avessas à inovação. Se a aderência ao digital pode ter sido mais resistente pelo setor, isso não acontece mais, principalmente com o entendimento de que a máquina não substitui o homem.

 

Atualmente, o profissional de Direito protocola petições pelo celular, acompanha audiências à distância. Atividades facilitadas pela inovação e novas tecnologias. Aliás, o uso de Inteligência Artificial se faz no dia a dia deforma natural - difundido essencialmente nos meios digitais (dos quais todos fazem utilização).

 

Isto posto, a IA Generativa otimiza funções, contribui para a assertividade na tomada de decisões, automatiza tarefas rotineiras economizando tempo e recursos, permitindo que profissionais possam se dedicar a tarefas estratégicas.

Com capacidade de gerar texto, simular cenários jurídicos e prever desfechos, a IA Generativa surge como um auxílio em diversas etapas do ofício jurídico como:

- produção automática de documentos legais;

- previsão de desfechos jurídicos;

- avaliação de riscos;

- personalização de estratégias;

- auditoria automatizada e outras.

Conclusão

Preparar-se para adotar a IA Generativa no cotidiano é uma maneira eficaz de compreender suas funções e assim adquirir habilidades. Afinal, toda otimização requer entendimento e prática.


Como visto, a IA Generativa chega para o mercado como uma aplicação na qual em pouco tempo todos os setores estarão imersos. Ela não apenas otimiza tarefas rotineiras, como capacita profissionais, potencializa serviços e estratégias.

No Direito, a integração com a IA Generativa representa um avanço significativo, pois melhora a forma como os profissionais jurídicos abordam desafios complexos e tomam decisões estratégicas.

 

Ao passo em que a IA Generativa continua a evoluir, o Direito deve acompanhar e colaborar para uma evolução ética e responsável, capaz de impulsionar ainda mais a inovação, promovendo importantes avanços na eficiência, precisão e acessibilidade do sistema jurídico.

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